Das
cordas onde vibram a minha dor,ecoam o silêncio
As
brasas que me queimam os olhos,me congelam a alma
Dos
passos dados, o quadro na parede
Dos
gemidos,a fronha
Dos
sorrisos,o adeus.
Um
gesto
Um
vento,
Tuas
costas
Minha
porta
A
terra que seca,o pé que esfola
E
o tempo que canta, numa infinita roda de fiar,
o
som mudo dos meus demônios a dançar.

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